AUDITORIA INTERNA: VOLTADA A FOLHA DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA COMERCIAL DE CHAPADÃO DO SUL/MS

RESUMO:

As instituições financeiras buscam expandir cada vez mais seus resultados econômicos e não poderia ser diferente, porém paralelo a isso surgem as questões envolvendo os controles internos que auxiliam o desenvolvimento econômico das empresas, ligado à auditoria objeto central desse estudo. O presente trabalho de conclusão de curso aborda a parte teórica de auditoria, como surgiu, a missão, a função do auditor. O objetivo principal desta pesquisa é demonstrar a importância da auditoria interna na folha de pagamento dentro de uma empresa comercial, mostrando e demonstrando sua fundamentação teórica e todos os valores composto em uma folha de pagamento. Ainda quanto à metodologia classifica- se o estudo como sendo uma pesquisa explicativa e descritiva, pois se propõe a descrever e a explicar o passo a passo de uma auditoria feita na folha de pagamento de uma empresa comercial, pois se buscou dados na teoria a fim de se efetuar uma análise para a resolução da problemática em questão. A pesquisa caracteriza-se também como sendo um estudo de caso porque trabalha sobre um único objeto, no caso, a aplicação de auditoria interna voltada a folha de pagamento em uma empresa comercial de Chapadão do Sul/MS. Ao finalizar este estudo, verificou-se que a auditoria interna contribui no processo decisório, sendo sua função de extrema importância na estrutura organizacional, por fornecer uma visão para formação e embasamento teórico prático a administradores e demais usuários deste instrumento.

Palavras-chave: Auditoria. Folha de Pagamento. Legislação Trabalhista.

LISTA DE TABELAS

Quadro 01 – Processos de Auditoria para se Auditar os Lucro (ANEXO I) 25
Quadro 02 – Processos de Auditoria para se Auditar os Serviços Sociais (ANEXO I) 26
Quadro 03 – Processos de Auditoria para se Auditar os Taxas (ANEXO I) 28
Quadro 04 – Processos de Auditoria para se Auditar os Abatimentos (ANEXO I) 29

LISTAS DE SIGLAS E ABREVIATURAS

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho

CRC – Conselho Regional de Contabilidade

FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço

FPAS – Fundo de Previdência e Assistência Social

GFIP – Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social

GPS – Guia da Previdência Social

INSS – Instituto Nacional do Seguro Social

IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte

SEBRAE – Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas

SESC – Serviço Social do Comércio

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 9
2 DESENVOLVIMENTO 10
2.1 Auditoria 10
2.1.1 A função do auditor 11
2.1.2 Normas e procedimentos 12
2.1.3 Planejamento e programação dos trabalhos 14
2.1.4 Papéis de trabalho 15
2.1.5 Riscos de Auditoria 17
2.1.6 Relatórios de Auditoria 18
2.1.7 Auditoria interna 18
2.2 Folha de pagamento 19
3 ESTUDO DE CASO 20
3.1 Auditoria dos Proventos 20
3.2 Auditoria dos Encargos Sociais 21
3.3 Auditoria dos Tributos 21
3.4 Auditoria dos Descontos 22
3.5 Relatório de Auditoria 22
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 23
5 REFERÊNCIA 24
6 ANEXOS 26

INTRODUÇÃO

A auditoria interna é importante para as organizações, desempenhando papel de grande relevância, ajudando a eliminar desperdícios, simplificando tarefas, servir de ferramenta de apoio à gestão e transmitir aos administradores sobre o desenvolvimento das atividades executadas. A empresa que não dispõe de controle administrativo tem o seu sistema de contabilidade considerada por muitos sem valor, por não depositar confiança em suas informações suficientes em relatório para controlar e gerenciar o patrimônio.

A auditoria tem como função beneficiar a empresa com um melhor controle de seu patrimônio, procurando reduzir a ineficiência, negligencia, incapacidade etc. Com essa ferramenta de controle administrativo a empresa se beneficiaria, quanto a obediência as normas e procedimentos internos, possíveis áreas de risco, possibilitando a administração tomar decisões necessárias.

A folha de pagamento é um documento trabalhista feito pelo empregador mensalmente, a empresa tem que estar ciente da legislação trabalhista em vigor, pois existe a necessidade da confiabilidade das informações prestadas, nela contem todos os proventos e descontos e encargos conforme legislação prevista na Consolidação das Leis do Trabalho CLT.

Este trabalho foi desenvolvido para analisar e determinar como é realizado uma auditoria interna na folha de pagamento em uma empresa comercial de Chapadão do Sul/MS, mostrando e demonstrando sua fundamentação teórica e todos os valores composto em uma folha de pagamento para evidenciar a importância dos controles internos e apresentar a empresa auditada a situação real do que está acontecendo. O objetivo geral da presente pesquisa é identificar a importância da realização de uma auditoria interna, capaz de dar mais credibilidade em todas as informações que envolvem as folhas de pagamentos em uma empresa comercial de Chapadão do Sul/MS.

A auditoria interna constitui o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo examinar a integridade adequação e eficácia dos controles internos e das informações físicas, contábeis, financeiras e operacionais da entidade. O objetivo

específico desse trabalho são demostrar quais os tipos de problemas estão relacionados as folhas de pagamentos em uma empresa comercial, e que provoca duvidas quanto a real situação da empresa, demostra que a aplicação de uma auditoria interna especifica, pode apontar a melhor forma que o controle interno se constitui em ferramentas de real utilidade no gerenciamento da empresa nestas contas.

DESENVOLVIMENTO

Considerando o estudo, uma pesquisa explicativa e descritiva, propondo descrever e a explicar o passo a passo de uma auditoria feita na folha de pagamento de uma empresa comercial de Chapadão do Sul/MS. O presente trabalho de conclusão de curso foi dividido em três capítulos: o primeiro consiste na introdução da pesquisa, onde foi abordadas a parte teórica e a apresentação do assunto, que é a auditoria, como surgiu, a missão, a função do auditor, enfim será abordado todo o contexto da auditoria; o De acordo com foi demostrado a folha de pagamento, que consta a fundamentação teórica que proporciona o entendimento necessário para a compreensão deste estudo, seus proventos, descontos e encargos sociais; e no terceiro capítulo foi feita uma auditoria interna na folha de pagamento de uma empresa comercial.

2.1 Auditoria

A auditoria vem cada vez mais crescendo dentro da sociedade, vem aos poucos ganhando o seu espaço, toda empresa seja ela de grande ou pequeno porte precisa de um auditor para lhe orientar e auxiliar no dia a dia da empresa, fazendo assim a mesma alcançar o seus objetivos.

Para Crepaldi (2007, p. 5)

A auditoria é uma atividade relativamente nova no Brasil; podemos até dizer que, nesse momento, ela encontra-se no estágio inicial em termos de técnica, haja vista que a legislação específica brasileira vêm abordando superficialmente o assunto, sem definir de forma clara e precisa os procedimentos que os profissionais da área deveriam adotar por ocasião das auditorias

das demonstrações financeiras e auditorias realizadas para empresas públicas.

No entanto, a auditoria é regida por normas, controle e um bom planejamento, para obter uma auditoria de sucesso o auditor deverá executá-las com eficácia.

Ainda de acordo com Crepaldi (2007, p. 6):

A filosofia da auditoria representa uma avaliação da política de sistema da instituição em termos de conformidade, relação, acordo, ação e gestão, se é necessária no caso, se dispõe para atingir as metas da empresa, se permite garantir a certa utilização dos meios da instituição tanto de meio financeira, econômica e humana.

Assim, quando bem aplicada pode trazer grandes benefícios para todos os setores das empresas.

2.1.1 A função do auditor

A função do auditor é assessorar e prestar consultoria para a organização, revisar, analisar, avaliar e fazer as recomendações pertinentes. Os procedimentos são verificados através de controles internos ou externos que dão margem para o auditor opinar e aconselhar visando à melhoria da empresa.

Para Attie (2010, p. 21) A descrição de função estabelece o propósito, a missão e a autoridade de cada um dos níveis hierárquicos da auditoria, que é a carta régia para aquela posição e orientar o seu postulante na condução de sua atividade.

No final do processo, o auditor emite o Parecer da Auditoria, junto com as Demonstrações Financeiras ou Contábeis.

Para Crepaldi (2007, p. 3) A auditoria das demonstrações contábeis constitui o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo a missão de parecer sobre sua adequação, consoante os Princípios Fundamentais de Contabilidade e pertinente à legislação específica.

Assim, através das demonstrações contábeis e de outros procedimentos o auditor dará o seu parecer da real situação da organização, mais isso não é tão simples como parece, pois ele não irá só analisar as demonstrações contábeis.

2.1.2 Normas e procedimentos

O auditor deverá seguir as normas e os seus procedimentos para manter um bom controle e evitar fraudes na organização, é obrigado a informa através de relatórios quando tiver certeza da irregularidade no decorrer do seu trabalho.

De acordo com Santos e Pagliato (2007, apud MENDONÇA, 2010, p. 37) o responsável da auditoria deve ser legalmente capaz, por maneira de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) na condição de contador e deve considerar os seguintes fatores:

a) Independência: o auditor nunca pode deixar-se atuar por indivíduos ou informações que possam atingir no seu sentido sobre os princípios considerados, a fim de influenciar confiança no produto de seus trabalhos;

b) Zelo Técnico: o auditor deve apresentar o maior zelo pela elaboração dos documentos de trabalho e relatórios;

c) Salário: são determinados pelo auditor de acordo com alguns fatores como: a valor e dificuldade das funções, o tempo de produção do trabalho, o ambiente da contribuição dos serviços e os índices das entidades de classes que indicam honorários mínimos;

d) Proteção da Documentação: por no mínimo cinco anos a partir da data de emissão do parecer, o perito deve manter toda a documentação associada aos trabalhos executados;

e) Discrição: o auditor não deve transmitir os dados obtidas através o seu trabalho para terceiros sem a prévia autorização do cliente, exceto quando houver uma obrigação legal. O auditor não poderá deixar se levar por dados que irão lhe prejudicar no seu trabalho, deve ser uma pessoa organizada, ser uma pessoa formal, saber manter a compostura diante do seu trabalho, entregar os relatórios em dia, ser pontual e manter sigilo no seu local de trabalho.

Conforme Crepaldi (2004, apud MENDONÇA, 2010, p. 38-39), para a execução do trabalho o auditor deve seguir uma série de normas, dentre elas:

a) Elaboração e gestão: a organização do perito deve ter em consideração as obrigações assumidas de acordo com contrato as Normas Profissionais de Auditoria Independente, as Normas Brasileiras de Contabilidade e o seu conhecimento sobre as atividades.

b) Importância: os fatos relevantes precisam ser apresentados caso estes forem referentes com as evidências contábeis, como padrões de importância que devem ser considerados têm-se: quando é possível estabelecer a natureza e extensão dos recursos de auditoria, avaliar as distorções entre saldos, outros casos.

c) Ameaça na auditoria: acontece caso os documentos estão incorretas, permitindo que o auditor apresente uma opinião indevida. O perito deve considerar a organização em dois níveis de importância: o total, levando em importância todo os documentos contábeis, também a qualidade da administração. E o De acordo com nível é o preciso, onde é analisado o volume das transações e o saldo das contas e naturezas.

d) Gestão e avaliação de qualidade: O perito deve monitorar, analisando a gestão e o respeito do trabalho, se a equipe técnica está seguindo as tarefas, se a produção está sendo documentada aplicar e resolver as questões referentes às normas e princípios contábeis e se os procedimentos técnicos foram alcançados. O perito deve instituir um projeto de gestão de qualidade com um pessoal capaz, rápido, preparado e especialista de acordo com a entidade auditada e com demais atribtos conforme Normas Profissionais de Auditor Independente, além, de ter que planejar, supervisionar e revisar o trabalho.

e) Análise do processo contábil e controle interno: é feita para estabelecer o meio, interesse e importância da aplicação dos recursos da auditoria. Ainda que o processo contábil e de controles internos sejam de parte da administração da empresa, esta análise torna-se importante para que o perito possa levar em importância o tamanho e diversidade da entidade, o sistema de informação contábil, as regiões de riscos, a natureza da documentação, o grau de descentralização da empresa e o relação da auditoria interna, para que só após suas verificações, ele possa dar sugestões objetivas.

Para executar um bom trabalho o auditor dever seguir um ritual como se fosse um dicionário dizendo o que deve ou não fazer e tudo começa com um bom planejamento.

2.1.3 Planejamento e programação dos trabalhos

Através de um bom planejamento o auditor irá executar um bom trabalho dentro da organização, o planejamento ajudará na formulação da programação do trabalho, através de estudos e controle.

De acordo com Attie (2010, p. 42- 43) o planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos trabalhos, especialmente os seguintes:

a) Conhecimento detalhado da política e os instrumentos de gestão de riscos da entidade;
b) O conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de controles internos e seu grau de confiabilidade da entidade;
c) a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem aplicadas, alinhadas com a politica de gestão de riscos da entidade;
d) a existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos trabalhos da Auditoria Interna;
e) o uso do trabalho de especialistas;
f) os riscos de auditoria, quer pelo volume ou complexidade das transações e operações;
g) o conhecimento do resultado e das providencias tomadas em relação a trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionadas;
h) as orientações e expectativas externadas pela administração aos auditores internos; e

i) conhecimento da Missão e Objetivos Estratégicos da entidade.

O auditor deve ter um bom planejamento, pois é através desse planejamento que irá mostra se está ou não executando um bom trabalho dentro da organização.

Ainda de acordo com Attie (2010, p. 43):

O planejamento deve ser documentado e os programas de trabalho, formalmente preparados, detalhando-se o que for necessário á compreensão dos procedimentos que serão aplicados, em termos de natureza, oportunidade, extensão, equipe técnica e uso de especialistas.

O programa de trabalho serve como um guia para o auditor, é como se fosse um passo a passo para poder manter o seu trabalho em dia, serve como um controle para poder estar executando sua atividade conforme o planejado dentro da organização.

2.1.4 Papéis de trabalho

Não basta emitir um parecer e transmitir competência para o auditor ganhar a confiança da empresa auditada, é necessário que documente através de papéis de trabalho tudo que sirva como base de sustentação de sua opinião.

Para Franco e Marra (2013, p.322) a finalidade principal é:

A finalidade principal dos papéis de trabalho do auditor é a de servir como base e sustentação da opinião do auditor. Eles constituem o testemunho do trabalho que o auditor efetuou, a forma como foi realizado esse trabalho e registram e documentam as conclusões a que o auditor chegou.
As funções do trabalho são de extremo interesse, o perito tem documentos referentes à ação do seu trabalho e a estrutura de sua opinião, que podem ser de grande valia para auditorias futuras. De acordo com Santos e Pagliato (2007, apud MENDONÇA, 2010, p. 41) os objetivos básicos das funções de trabalho são:

a) Demonstrar a importância da análise, o cuidado e o zelo na ação do trabalho;
b) Afirmar a análise do sistema contábil e do controle
interno;
c) Evidenciar a composição de todas as contas que
constituem uma demonstração contábil;
d) Afirmar as alterações vistas nos documentos contábeis;
e) Atender como prova do trabalho produzido;
f) Atender de plano para trabalhos futuros;
g) Ampliar provas importantes para suportar o parecer do perito;
h) Garantir a verificação por parte do perito encarregado, afim dele assegurar-se de que o serviço foi executado de forma correta;
i) Apresentar na Justiça (no caso de ser movida uma ação contra o auditor ou a firma de auditoria) as evidências do trabalho executado. Os papeis de trabalho do auditor é de extrema importância, pois através desses papeis o auditor pode mostra como foi executado o seu trabalho dentro da organização e pode servir para auditorias futuras.

Para Carvalho (2006, p. 45) as tipologias adotadas pelas funções de trabalho conforme com a sistema são:

Correntes: são aqueles empregados frequentemente em um uso social, não sendo a maioria reaproveitada a folha-mestra (onde são registradas informações do BP), folha de ajustes (onde são apontadas inconsistências) e de reclassificações (onde são registradas classificações errôneas – dívidas de curto prazo lançadas no longo prazo, por exemplo) são alguns exemplos.

Constantes: são empregados mais de uma vez, ou seja, mais de um ano, são “reaproveitados”. Relações de concessões de longo prazo, de financiamentos e contrato social são alguns exemplos. São habitualmente papéis que não sofrem alterações todos os anos.

Programas: são realizados antes do início dos trabalhos. O planejamento é um bom exemplo.

Apontamentos: são produzidos durante aos trabalhos. Os fluxogramas utilizados para mapeamento de processo são boas evidências. Documentos coligidos pelo auditor: tudo o que o auditor obtiver na realização dos trabalhos: nota fiscal, cópia de contratos etc.

2.1.5 Riscos de Auditoria

O auditor deve obter o maior nível de certeza possível de tal forma a restringir o risco de auditoria ao seu menor nível relativo. A ameaça de auditoria ocorre, pois existe a probabilidade do sucesso e do erro, conseguindo o auditor não compreender os resultados esperados. De acordo com Crepaldi (2007, p. 140), “Risco de auditoria é a perspectiva de o perito vir a dizer uma opinião isoladamente indevida sobre os documentos contábeis significativamente incorretas”.

Estas ameaças da auditoria podem ser realizadas na programação do trabalho, é possível que ocorram condições em que a ameaça da auditoria possa ser revelada, dentre as condições de ameaças da auditoria que existe temos: o essencial de controle e o de detecção. De acordo com Franco e Marra (2013, p. 607), as manifestações de riscos de auditoria são:

1. O erro ou irregularidade ocorreu nos registros ou nas demonstrações contábeis, dando origem ao chamado risco inerente ou implícito.
2. O erro ou irregularidade não foi detectado pelo sistema de controle interno da entidade auditada, gerando o chamado risco de controle.
3. Ao aplicar os procedimentos de auditoria, o auditor também não detecta os erros, advindo daí o chamado risco de detecção.

Os riscos que pode ocorre na auditoria são muitos, basicamente o auditor deve determinar e valorizar os riscos inerentes e de controle, e planejar procedimentos

de auditoria para o risco de detecção de tal forma que o risco geral de auditoria não supere o nível aceitável.

2.1.6 Relatórios de Auditoria

O relatório de auditoria constitui a forma pela qual o auditor evidencia o serviço realizado, mostrando à organização suas ideias, sugestões que uma vez implementados, constituem-se na oportunidade de melhorar e solidificar os controles existentes. ATTIE (2009, p. 281).

O relatório é a principal ferramenta do auditor para informar à administração as constatações e observações decorrentes do seu trabalho e consequentemente disponibilizar as informações necessárias que servirão como indicadores para a tomada de decisões dentro da organização. A função do relatório é transmitir uma informação, sendo assim, as informações devem ser claras. Como relatório técnico deve ser moderado nas afirmações e distinguir claramente fatos de opiniões.

De acordo com Attie (2009, p. 256):

Um bom relatório exige raciocínio e ponderação. É preciso que o auditor, antes de mais nada, estabeleça relação logica entre aspectos importantes e os irrelevantes, entre causas e efeitos, colocando as coisas em seus devidos lugares para obter perspectiva adequada quanto ao relatório a produzir

Há várias formas de apresentar um relatório, inclusive é um fator que distingue a qualidade do profissional. De acordo com Almeida (2010, p. 77), o conteúdo do relatório deve ser dividido nas seguintes partes: Índice, introdução e comentários e sugestões que serão abordados em seguida.

2.1.7 Auditoria interna

O auditor interno tem um papel muito importante dentro da empresa, pois, auxilia a gestão da empresa nas suas tomadas de decisões, buscando sempre fortalecer e melhorar os processos da organização e seus controles internos, sempre procurando resultados para as questões identificadas na empresa. De acordo com Crepaldi (2004, apud MENDONÇA, 2010, p. 44) “a auditoria interna é uma função de

avaliação livre dentro da empresa, que se destaca a revisar os resultados, como um serviço apresentado à administração. Constitui um controle gerencial que funciona por meio de estudo e avaliação da eficiência”.

Para desempenhar uma boa auditoria o profissional desta área deve ter poder na ação de sua função, a auditoria interna busca a ser um ótimo meio nas organizações, pois ajuda a empresa a prevenir fraudes, através de um bom planejamento ajuda a melhorar o desenvolvimento dos funcionários em ambos os setores, permitindo assim, que a administração consiga mais transparência aos trabalhos realizados.

De acordo com Attie (2010, p. 12)

Auditoria interna é uma atividade profissional e seu proposito é fazer julgamentos profissionais. Ela necessita do mais alto grau de imparcialidade, integridade e objetividade, os quais se atrofiam na ausência de independência pratica reportando-se a auditoria a um nível não adequado ou comprometido dentro da organização.

O auditor interno é contratado pela empresa para solucionar problemas do dia a dia que atrapalha o desempenho da organização, através de um bom planejamento apura os fatos analisa as demonstrações financeiras ou contábeis, através dessas demonstrações consegue descobrir a situação da organização e só ai então pode dá o seu parecer e opinar onde á empresa precisa melhorar e quais metas devem alcançar.

2.2 Folha de pagamento

A folha de pagamento é um documento obrigatório dentro da empresa, pois nela possuem os descontos salariais a serem pagos ao funcionário mensalmente e é obrigatória em todas as empresas seja ela pessoa física ou jurídica.
Conforme Oliveira (2006, p. 17), na folha de pagamento “são registrados mensalmente todos os proventos e descontos dos empregados. Deve ficar à disposição da fiscalização, da auditoria interna e externa e estar sempre pronta para oferecer informações necessárias à continuidade da empresa.”

Na folha de pagamento deve conter os descontos e proventos, pois através desses dois elementos o funcionário saberá quanto irá receber.

ESTUDO DE CASO

Neste capítulo encontra-se a definição de uma empresa comercial observada, as formas de auditoria utilizados para se auditar a folha de pagamento e a análise realizada nestes recursos, durante de um estudo de caso a partir de uma apresentação de 10 (dez) funcionários, buscando como relação o espaço de outubro do ano de 2018 da folha de pagamento. Por solicitação da empresa, sua identificação e a dos funcionários serão mantidas em sigilo. A empresa iniciou suas atividades. A empresa iniciou suas atividades no ramo plantação e colheita de grãos em chapadão do sul no ano de 1998.

O escritório entre janeiro até outubro do ano de 2018 teve 70 (setenta) funcionários e 1 (um) pro-laborista, não havendo demissões neste período, regidos pela CLT e pela Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil da cidade de Chapadão do Sul. No estudo de caso serão abordados os recursos utilizados para se auditar nos condições de: lucro, serviços sociais, taxas, serviços, descontos, exigência legal e as obrigações acessórias, além das análises realizadas, na qual serão priorizados os condições que não trabalharem em acordo e os casos que estão de conhecimento com a legislação.

3.1 Auditoria dos Proventos

Os lucro que representam a folha de pagamento da organização e que serão auditados são: pagamento, hora-extra e o 13º salário, de acordo e estabelecido e demostrado no ANEXO I, segundo Fortunato (2005, p.69-70):

• ANÁLISES

a) O valor pago ao trabalhador 10 referente à 10/2018 esta incorreto, pois foi descontado o vale transporte correspondente ao mês inteiro, no entanto, a data de admissão deste trabalhador foi em 11/10/18, o que acarreta uma mudança a menor

no salário líquido pago, que será mais detalhado na análise do benefício vale transporte.

b) A organização não paga hora especial em dinheiro, os funcionários substituem em forma de diminuição de jornada ou folga, segundo está pressuposto na convenção coletiva de trabalho que esta em vigor.

c) As funções analisadas neste estudo de caso foram de 01/2018 a 10/2018 e por este motivo não englobou o 13º salário.

3.2 Auditoria dos Encargos Sociais

Os encargos sociais auditados são: INSS parte dos empregados, INSS parte do empregador, contribuição de terceiros e o FGTS, conforme o ANEXO II. Segundo Fortunato (2005, p. 71-73):

• ANÁLISES

a) A quadro da Previdência Social utilizada está de conhecimento com a que esta em vigor, também a organização considerou a mudança de quadro que ocorreu a partir de 05/10/2016.

b) As guias de pagamento não estão arquivadas em local devido, pois o local está desorganizado e com isto pode acontecer desaparecimento de documentos, que devem ficar arquivados por pelo menos 10 anos. Neste caso deve-se com urgência organizar o ambiente, para que em possíveis auditorias do governo toda documentação seja encontrada

c) é a mesma questão verificada na análise b.

d) é a mesma questão verificada nas análises b e c.

3.3 Auditoria dos Tributos

Os tributos auditados são: o IRRF e a contribuição sindical, conforme o ANEXO III. Segundo Fortunato (2005, p. 71-73):

Fonte: Segundo Fortunato (2005, p. 71-73)

• ANÁLISES

a) verificou-se que no mês 09/2018 não foi descontado do funcionário 8 e no 10/2018 não foi descontado dos funcionários 3 e 8, valores correspondentes ao IRRF. No caso do funcionário 8, como os valores são inferiores a R$ 10,00 (dez reais) a empresa pode deixar acumular até um valor superior ao citado, mas em relação ao funcionário 3, demonstra-se que a remuneração total tributada esta inferior, pois o salário se enquadra na retenção do IRRF e mesmo assim, não ocorreu o desconto.

b) O cálculo realizado na folha de pagamento na maioria dos funcionários da amostragem esta correto, menos nos casos dos funcionários 3 e 8 já citados.

c) Todos os funcionários da amostra foram contratados antes do mês de março do respectivo ano.

3.4 Auditoria dos Descontos

Os descontos auditados são: as faltas injustificadas e a pensão alimentícia, conforme o ANEXO IV, segundo Fortunato (2005, p. 71-73).
• ANÁLISES

a) De acordo com a amostra utilizada, apenas o funcionário 8 em 01/2018 faltou duas vezes sem justificar, o que não interfere nas férias, pois é necessário faltar acima de cinco jornadas de trabalho conforme consta na CLT, para que seja descontado de maneira proporcional as faltas das férias.

b) A empresa não possui casos em que o funcionário é obrigado pelo juiz a pagar pensão alimentícia, onde o desconto é feito diretamente na folha de pagamento.
3.5 Relatório de Auditoria

Ao analisar as informações da folha de pagamento da empresa comercial, referentes ao período de 01/2018 a 10/2018, e as documentações relevantes no auxílio à auditoria, elaboradas sob a responsabilidade da administração. Tem-se como responsabilidade da auditoria expressar uma opinião sobre essas informações.

As Analises foram conduzidos conforme as normas de auditoria, utilizando-se como procedimentos: o planejamento dos trabalhos, com base em informações consideradas relevantes, a partir de uma amostragem de funcionários, além de testes efetuados a fim de evidenciar a conformidade das informações divulgadas.
Após aplicar os procedimentos de auditoria, pode-se constatar que as informações prestadas pela empresa auditada estão em consonância no que diz respeitos aos aspectos relevantes e as poucas situações encontradas que não estão de acordo com a legislação, podem ser corrigidas ainda no exercício do ano de 2018, sem que a empresa sofra penalidades.
Por fim, recomenda-se que a empresa faça um levantamento dos últimos 5 anos da folha de pagamento dos funcionários afim de verificar se existem não conformidades, tais como foram encontradas no período analisado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No presente trabalho em estudo, procurou-se apresentar a influência de se fazer a auditoria de folha de pagamento, para analisar se a empresa comercial está de acordo com a legislação trabalhista pertinente. Constata-se que o departamento de pessoal possui dados complexos em sua rotina por conta da legislação trabalhista que vive em constante alteração. E esses detalhes muitas vezes não são interpretados corretamente ou até não são conhecidos pelas pessoas que executam os processos no departamento de pessoal. O objetivo geral do trabalho foi analisar a contribuição da Auditoria no Departamento de Pessoal de uma empresa para evitar processos trabalhistas tendo em vista o objetivo citados, pode-se concluir que o mesmo foi alcançado através dos capítulos anteriores onde foram expostos as rotinas e procedimentos do departamento de pessoal e os trabalhos desenvolvidos pelo setor de auditoria para garantir a exatidão das informações prestadas. Para futuros trabalhos, recomenda-se a utilização do estudo de caso em organizações que permitam a utilizações de dados, relacionados à folha de pagamento. Recomenda-se ainda, realizar os processos de auditoria pertinentes à folha de pagamento em organizações de outros segmentos.

SOBRE A AUTORA

Elisângela Maria do Nascimento Goes – Delta- Ajuda Tributaria/Tributarista de inteligência de Negócios, Contadora, Pós em Auditoria e Pericia, MBA em Controladoria, finanças e Marketing.

Instagram: @elisangela.e.nascimento.5

LinkedIn: Elisângela Tributarista 

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010

ATTIE, William. Auditoria interna. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009, p. 281.

ATTIE, William. Auditoria: Conceitos e Aplicações. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010, p. 595.

BRASIL. Decreto n°3.048, de 6 de maio de 1999. Aprova o regulamento da previdência social, e dá outras providências. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil). Brasília, 1999. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3048.htm> Acesso em: 15 de jul.2021

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CARVALHO, José Carlos de. Auditoria Geral e Pública: Teoria e Questões Comentadas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007, p. 560.

CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil: Teoria e Prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

FORTUNATO, Sabrina Duarte. Auditoria trabalhista com enfoque na folha de pagamento. 2005. 80 p. Trabalho de Conclusão de Curso (monografia) – Curso de Ciências Contábeis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005.

FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil: normas de auditoria: procedimentos e papéis de trabalho: programas de auditoria. relatórios de auditoria. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2013, p. 607.

GARCIA, Roni Genicolo. Manual de rotinas trabalhistas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MENDONÇA, Daniela. Auditoria de folha de pagamento: um estudo de caso em prestadora de serviço. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (monografia) – Curso de Ciências Contábeis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.

OLIVEIRA, Aristeu de. Cálculos trabalhistas. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2006

SANTOS, Aldomar Guimarães dos; PAGLIATO, Wagner. Curso de Auditoria. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2007.

SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos; GOMES, José Mário Matsumuro.
Contabilidade intermediaria. São Paulo: Atlas, 2011.

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL. IRPF (Imposto sobre a renda das pessoas físicas). Disponível em:http://idg.receita.fazenda.gov.br/acesso-rapido/tributos/irpf- imposto-de-renda-pessoa-fisica#tabelas-de-incid-ncia-mensal > Acesso em 01 de jul. 2021.

SOBRE A AUTORA

ANEXOS

ANEXO I – Processos de Auditoria para se Auditar os Lucro.

Procedimentos

Situação

Comentários

1. Salário

  

1.1 Verificar a data de pagamento de proventos;

Em conformidade

1.2 Verificar se está de acordo com o estabelecido pelo contrato de trabalho e de acordo com o valor previsto pelo sindicato;

Em conformidade

1.3 Observar se o funcionário tem direito a outros proventos que englobem

na sua remuneração total;

Em conformidade

1.4 Observar se está sendo pago até o 5° dia útil de cada mês;

Em conformidade

1.5 Confrontar com o valor pago ao funcionário

Em conformidade

a

2. Hora-Extra

Em conformidade

b

3. 13° Salário

Em conformidade

c

ANEXO II – Processos de Auditoria para se Auditar os Serviços Sociais: segundo FORTUANTO (2005, p.71-73)

Procedimentos

Situação

Comentários

1. INSS parte dos Empregados

  

1.1 Confrontar quantidade de lançamentos com cadastro de

funcionários;

Em conformidade

1.2 Verificar a tabela de incidência da Previdência Social em

vigor;

Em conformidade

a

1.3 Verificar se as alíquotas aplicadas estão de acordo com a tabela

da Previdência Social;

Em conformidade

1.4 Verificar cálculo dos impostos;

Em conformidade

1.5 Observar calendário de recolhimento fiscal;

Em conformidade

1.6 Verificar pontualidade no pagamento dos impostos;

Em conformidade

1.7 Verificar se através da guia de recolhimento – GPS foi pago o valor

correto;

Em conformidade

1.8 Observar se as guias de pagamento estão arquivadas em local

devido e protegidas;

Em conformidade

b

1.9 Analisar o livro de escrita fiscal.

Em conformidade

2. INSS parte do Empregador

Em conformidade

 

2.1 Confrontar a remuneração total com a quantidade e salário dos

funcionários;

Em conformidade

2.2 Verificar se a alíquota aplicada é de 20% sobre o total da

remuneração da empresa de acordo com a tabela da Previdência Social;

Em conformidade

2.3 Verificar cálculo dos impostos;

Em conformidade

2.4 Observar calendário de recolhimento fiscal;

Em conformidade

2.5 Verificar pontualidade no pagamento dos impostos;

Em conformidade

2.6 Verificar se através da guia de recolhimento – GPS foi pago o valor

correto;

Em conformidade

2.7 Observar se as guias de pagamento estão arquivadas em local

devido e protegidas;

Em conformidade

c

2.8 Analisar o livro de escrita fiscal

Em conformidade

3. Contribuição de Terceiros

Em conformidade

4. FGTS

Em conformidade

 

4.1 Confrontar a remuneração total com a quantidade e salário dos

funcionários;

Em conformidade

4.2 Verificar se a alíquota aplicada esta de acordo com a legislação, 8% para o Fundo de Garantia e 0,5% para

a Contribuição Social;

Em conformidade

4.3 Verificar o cálculo dos impostos;

Em conformidade

4.4 Observar se os depósitos estão sendo vinculados, através do número do PIS, na Conta da Caixa Econômica Federal referente a cada

funcionário;

Em conformidade

4.5 Observar calendário de recolhimento fiscal;

Em conformidade

4.6 Verificar pontualidade no pagamento dos impostos;

Em conformidade

4.7 Verificar se através da guia de recolhimento – GEFIP foi pago o valor

correto;

Em conformidade

4.8 Observar se as guias de pagamento estão arquivadas em local

devido e protegidas;

Em conformidade

d

4.9 Analisar o livro da escrita fiscal

Em conformidade

ANEXO III – Processos de Auditoria para se Auditar os Taxas.

Procedimentos

Situação

Comentários

1. IRRF

  

1.1 Confrontar a remuneração total tributada com os salários dos funcionários que se enquadram na

retenção deste imposto;

Não conformidade

a

1.2 Verificar se o cálculo do imposto está considerando as deduções permitidas por lei;

Em conformidade

1.3 Verificar se as alíquotas aplicadas estão de acordo com a incidência da tabela do Imposto de

Renda retido na Fonte;

Em conformidade

1.4 Verificar cálculo dos impostos;

Não conformidade

b

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